Havia Falaj para percorrer, aldeias antigas para explorar, mas queríamos mesmo era chegar ao topo da montanha. Subimos pelo caminho serpenteante com as mãos de fora da janela a segurar as primeiras gotas de chuva e embriagados pelo cheiro da terra molhada. Havia ainda o pôr do sol emoldurado por um arco íris (coisa rara aqui em Omã, assim como a chuva) e a quietude do amanhecer interrompida apenas pelo som das cabras que se fundiam com as pedras da montanha.
Toda vez que o arco-íris estiver nas nuvens, olharei para ele e me lembrarei da aliança eterna entre Deus e todos os seres vivos de todas as espécies que vivem na terra. (Gen. 9:16)
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